Prefeitura Municipal

de Iguape-SP

Última Atualização do Site:
20/07/2017 21:14:58





Cultura / Turismo

Normas de Excursão Turismo

Normas para Ônibus de Excursão

A Prefeitura municipal de Iguape em cumprimento a Lei 1.636/01 de 14 de dezembro de 2001, que dispõe sobre o estabelecimento da Taxa para Ônibus de Turismo, informa que está cobrando o valor estabelecido na Lei de R$ 250,00 (duzentos e cinqüenta reais) por dia para os ônibus de excursão, nos finais de semana (inclusive a sexta-feira) e feriados.

Serão isentados de cobrança de taxas os veículos de excursão que fizerem prévia reserva de seus ocupantes, documentada, junto a hotéis e pousadas locais sem, contudo, estarem livres das restrições de circulação e estacionamento. Toda visita por meio de ônibus de turismo deverá ser comunicada com antecedência de 03 (três) dias à Prefeitura, sob risco das penalizações cabíveis.

De acordo com a Lei 1.680 de 20 de dezembro de 2002, em feriados prolongados e no período de 20 de dezembro até o último domingo que antecede o Carnaval o número de ônibus com destino a Barra do Ribeira será limitado a 10 (dez) veículos. Nos outros finais de semana o número máximo permitido é de 20 ônibus de turismo.

Para estacionamento no Centro da cidade, fica limitado ao máximo de 30 (trinta), o número de ônibus de turismo. A área destinada ao estacionamento desses veículos na cidade será nas ruas próximas ao Centro de Eventos Prefeito Casimiro Teixeira (Av. Maestro Moacir Serra e Rua Saldanha Marinho).

Além disso, fica deliberada a proibição de circulação e estacionamento dos coletivos e o embarque e desembarque de passageiros na área do Centro Histórico, no sentido de preservar o patrimônio histórico e arquitetônico e ordenar o trânsito local. Da mesma forma os coletivos com destino à Juréia deverão desembarcar seus passageiros próximo à Balsa.

Os interessados deverão efetuar pagamento da taxa por meio de depósito somente em dinheiro para Prefeitura Municipal de Iguape, no Banco Santander, Ag.: 0480, conta corrente 45000066-7. Além disso, deverá ser enviado por e-mail ( turismo@iguape.sp.gov.br e tesouraria@iguape.sp.gov.br) o comprovante de pagamento e os dados da viagem como data, horário, local, motivo, responsável pela excursão com telefone de contato e a identificação da Empresa de Transporte constando razão social, endereço, Embratur, DER, nome e CNH do motorista, prefixo do ônibus e a placa para que seja expedida a autorização do ônibus de excursão. No dia da viagem esta autorização deverá ficar disponível com o original do comprovante de pagamento da Taxa para conferência da Fiscalização Municipal.


Turismo
Atualmente, uma das principais atividades econômicas de Iguape é o turismo. O município possui diversas atrações, tendo a vantagem de ser histórico e com ar interiorano, mas com praias.
Estância balneária

Fonte do Senhor - pequeno parque turístico pertencente ao Parque Floresta Municipal do Morro do Espia. Possui uma tranquila área de lazer com gramados e árvores da Mata Atlântica, diversas bicas e torneiras com água potável das cachoeiras, uma lagoa com patos e peixes ornamentais e um grande tanque, antes usado para tratamento de água e que atualmente serve de piscina pública.
O parque é um dos pontos de partida para a Trilha Ecológica do Morro do Espia, com extensão de 2,8 km, dá acesso à Pedra Lisa e ao Mirante do Cristo Redentor.

Mar Pequeno - Iguape é parte do Complexo Estuarino-Lagunar do Mar Pequeno, também conhecido como Lagamar, que engloba os municípios de Iguape, Ilha Comprida, Cananéia e Pariquera-Açu, no Estado de SP, e Paranaguá-PR. É uma área muito rica em manguezais, que serve de berçário para várias espécies marinhas e por isso é considerada um dos cinco maiores criadouros marinhos do mundo. Suas lagunas à beira-mar com vegetação de restingas e Mata Atlântica, possuem uma deslumbrante fauna e flora, entre eles, estão guarás, biguás, garças, golfinhos, dezenas de espécies de aves marinhas, e animais exóticos, como o papagaio-de-cara-roxa, uma das aves que estão sob risco de extinção no planeta. Em toda a sua extensão, existem também inúmeros sítios arqueológicos, onde estão os Sambaqui, deixados por populações nômades e indígenas que habitavam o local há mais de 5 mil anos.

Barra do Ribeira e Costão da Jureia - A cerca de 20km do município, excelente local para pesca e esportes aquáticos e ecoturismo.De cultura predominantemente caiçara. Um pouco mais para dentro do rio há um serviço de balsa da Dersa que liga Iguape às praias da Juréia e do Prelado, pertencentes ao bairro Barra do Ribeira, ambas de acesso livre, totalizando 19 km de extensão e, a partir daí, à Estação Ecológica da Jureia-Itatins, uma unidade de conservação ambiental criada em 1986 e que atualmente é considerada a maior reserva de Mata Atlântica do Brasil, cujo acesso é restrito, somente permitido para fins de pesquisa e atividades de educação ambiental, junto a grupos organizados, acompanhado de monitores credenciados. Ao final do costão da Juréia está o início da Trilha do Imperador (ou do Telégrafo), construída a mando do imperador D. Pedro I, por onde passava, no século XIX, a linha de telégrafos que ligava o Rio de Janeiro ao Paraná, importante meio de comunicação do litoral do país.

Museu de Arte Sacra - Na Igreja do Rosário, está instalado o Museu da Arte Sacra, inaugurado em 1979.

Centro histórico - Iguape possui o maior casario colonial preservado do Estado de SP, com diversas casas, casarões e igrejas em vielas estreitas de paralelepípedos. Nessas construções ricas em detalhes foram utilizadas técnicas como a taipa francesa e a taipa de pilão. As construções datam dos ciclos do ouro e do arroz, entre os séculos XVI e XIX, período em que Iguape viveu seu auge de desenvolvimento econômico. No dia 3 de dezembro de 2009, durante as comemorações dos seus 471 anos de sua fundação, o município recebeu o título de patrimônio nacional, com o tombamento de seu núcleo urbano, ou seja, o centro histórico, o antigo sistema portuário fluvial e marítimo, incluindo o canal do Valo Grande e o Morro da Espia, além de diversas áreas da zona rural, relacionados com a imigração japonesa no Brasil.

Basílica do Senhor Bom Jesus de Iguape e Nossa Senhora das Neves - Templo católico construído em pedra portuguesa, argamassa e óleo de baleia, entre os séculos XVIII e XIX.

Morro do Espia - Muito visitado devido à visão panorâmica única do município e de todo o complexo estuarino-lagunar, bem como da totalidade do Canal do Vale Grande.

Fundação S.O.S. Mata Atlântica- Está localizada em um centenário casarão cedido pela Fundação Brasileira para a Conservação da Natureza (FBCN), localizado no centro histórico de Iguape, foi restaurado pela própria fundação em 1989, onde foi criada a Base Urbana de Iguape. Exibe filmes sobre a região, serve de local de exposição do artesanato local e possui maquetes e painéis que exibem a diversidade ambiental do Lagamar.

Carnaval - Considerado um dos melhores carnavais de rua de São Paulo.

Festa de Agosto- Entre os dias 28 de julho e 6 da agosto, Iguape é tomada por peregrinos, também chamados de romeiros, que lotam a cidade para participar das missas e procissões em louvor aos padroeiros da cidade.

Sambaquis- É o nome dado a grandes montes de conchas de ostras e marisco, depositadas ao longo de centenas ou talvez milhares de anos no mesmo lugar, e que eram consideradas como sendo locais mágicos. Mais tarde, após a extinção dos Homens de Sambaqui, os índios que viriam a dar origem à tribo Temiminé passaram a enterrar seus mortos nesses sambaquis, dentro de grandes potes de barro chamados igaçabas, juntamente com os pertences dos mortos. Existem vários sambaquis no complexo estuarino-lagunar de Iguape e Cananeia, sendo o de mais fácil acesso o sítio arqueológico \"Benedito Fortes\", onde está localizada a \"Caverna do Ódio\", próximo à ponte que dá acesso ao município de Ilha Comprida, a pouco mais de um quilômetro do centro da cidade.

Museu Municipal- Mais antigo edifício fazendário do Brasil. Originalmente onde funcionou a primeira casa de fundição de ouro do Brasil, atualmente ocupado pelo Museu Municipal de Iguape, criado através da Lei Número Doze, de 23 de dezembro de 1906, depois de ter sido usado sucessivamente como cadeia, quartel e Casa da Câmara, podem ser encontrados diversos artefatos indígenas de antes da chegada dos europeus. Podemos acompanhar, através de seu acervo, um histórico abrangente do período colonial e imperial brasileiro, entre eles, um Diploma de Honra, o qual premiou o arroz de Iguape como o melhor do mundo, em exposição internacional, realizada em 29 de abril de 1911, em Turim, na Itália.
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